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Injecção de Oxigénio – Ozonoterapia

O que é Ozonoterapia e para que serve?

É um conjunto de técnicas o Ozono como agente terapêutico. A indução de ozona no organismo, pode ser efetuado mediante o recurso a técnicas diferenciadas, de acordo com as patologias a tratar.

As indicações terapêuticas para o uso do ozona estão fundamentadas no conhecimento que baixas concentrações de ozono podem desempenhar funções importante dentro da célula.
Tem-se demonstrado a nível molecular diferentes mecanismos de acção, que suportam as evidências clínicas desta terapia.

Existem concentrações placebo, terapêuticas e tóxicas. Tem-se demonstrado que concentrações de 10 ou 5µg/ml ou ainda doses mais pequenas exercem efeito terapêuticos com uma ampla margem de segurança, por isso atualmente se aceite concentrações terapêuticas que varia dos 5-60µg/ml. Para esta escala de doses incluímos tanto técnicas de aplicação local como sistémica.

História do Ozono na Medicina

O Ozono foi identificado pela primeira vez em 1840 pelo químico alemão Christian Friedrich Schönbien. Em 1857 o alemão Werner Von Siemens desenvolveu o primeiro gerador de Ozono. Somente em 1870 surge a primeira informação acerca do Ozono como purificador do sangue. Em 1902, J. H. Clarke me Londres, publica “O Manual Prático do Médico”, que descrevia a utilidade da água ozonizada para tratar diversos problemas de saúde.

Desde então, a evolução na utilização do Ozono para diversos fins terapêuticos nunca mais parou, e é amplamente utilizado em países como a Alemanha, Áustria, China, Cuba, Estados Unidos, França, India, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e outros.

Atualmente, a Ozonoterapia é recomendada e praticada por milhares de médicos e profissionais de saúde me todo o mundo.

Propriedades e Efeitos do Ozono

A sua capacidade para estimular a circulação é usada no tratamento de distúrbios circulatórios e torna-o valioso na revitalização de funções orgânicas.

Quando administrado em baixas concentrações, a resistência do próprio organismo é mobilizada, isto é, o ozono reativa o sistema imunitário.

Como resposta a esta ativação através do ozono, as células imunológicas do corpo humano produzem mensageiros especiais chamados de citocinas. Estas informam outras células do sistema imunológico, desencadeando uma cascata de mudanças positivas em todo o sistema, que é estimulado a resistir, por exemplo, a doenças.

Isto significa que a aplicação de ozono é extremamente útil para a ativação imunitária em paciente com um estado imunológico baixo e/ou com défice imunitário. Pequenas quantidades de ozono ativam consequentemente os antioxidantes e radicais do próprio organismo.

Nota: É importante salientar que à semelhança de outras práticas terapêuticas, a Ozonoterapia deve ser feita por profissionais qualificados.

De qualquer forma destacamos que os efeitos secundários indesejados são praticamente inexistentes.

Principais benefícios da Ozonoterapia

  • Combate vírus, bactérias, leveduras, fungos e protozoários
  • Estimula o sistema imunológico
  • Melhora a circulação sanguínea
  • Purifica o sangue e a linfa
  • Normaliza a produção hormonal e enzimática
  • Reduz inflamações
  • Reduz a dor
  • Normaliza o sistema nervoso
  • Melhora a função cerebral e a memoria
  • Oxida as toxinas, permitindo a excreção de metais pesados
  • Previne e combate doenças degenerativas
  • Previne e combate doenças autoimunes

As aplicações do Ozono são determinadas pelas suas propriedades. Isto determina um grande número de doenças em que a Ozonoterapia é útil, por si só, ou, como um adjuvante.

A terapia com Ozono é mais uma ferramenta importante para uma melhor saúde.

Trata cerca de 236 enfermidades em medicina, usado há mais de 100 anos e os efeitos secundários indesejados são praticamente inexistentes.

Exemplos de utilização em tratamento de:

  • Hepatite
  • Sinusite
  • Rinite Alérgica
  • Herpes
  • Equimose/Hematoma Subcutâneo
  • Eritema pérnio (frieira)
  • Dermatites (Atópica, herpetiforme, seborreica)
  • Acne
  • Candidíase genital masculina e feminina
  • Vulvovaginite
  • Cravos
  • Feridas complexas
  • Queimaduras de 1º e 2º grau
  • Hiperidrose plantar
  • Ulceração oral recorrente (aftas)

Existem poucas situações em que a ozonoterapia é contra-indicada:

  • Défice significativo de G-6PD (glucose-fosfato desidrogenase), enzima necessária para a viabilidade dos glóbulos vermelhos, também conhecida como favismo. Uma doença genética associada ao cromossoma X portanto com prevalência quase total em indivíduos do sexo masculino.
  • Gravidez, sobretudo na fase inicial.
  • Pacientes sujeitos a tratamento com inibidores de ECA-enzima conversora da angiotensina (do original “ACE inhibitors”) usados sobretudo em problemas de hipertensão.
  • Situações anormais de hipertiroidismo, trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue) e grave instabilidade cardiovascular.

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